TRATAMENTO DE FOBIAS COM REALIDADE VIRTUAL

Existe uma parcela da populução que sofre com um medo exacerbado e que pode provocar até sintomas físicos. Muitas vezes, esse sentimento atrapalha o dia a dia dessas pessoas. No entanto, é possível que em um espaço seguro, controlado e com o acompanhamento de um profissional e sem riscos físicos isso possa ser trabalhado. Quem sofre de transtornos da ansiedade, como as fobias, pode se beneficiar, e muito, de uma experiência desenvolvida inicialmente para o entretenimento: a realidade virtual

Vale destacar que a primeira utilização da tecnologia para esses fins foi em 1997, quando pesquisadores do Instituto de Tecnologia do estado da Geórgia, nos Estados Unidos, realizaram um estudo com dez veteranos de guerra traumatizados que não haviam sido beneficiados pelas terapias convencionais. O programa, chamado Vietnã Virtual, expunha os ex-soldados a situações realistas que eles haviam vivenciado décadas antes, na guerra contra o país asiático.

O uso de REALIDADE VIRTUAL é bastante eficaz no tratamento de fobias e muitos distúrbios podem ser curados com seu uso combinado ao atendimento psicoterápico.

Em breve o CNAM terá a disposição de seus clientes essa tecnologia

CENTRO DE NEUROPSICOLOGIA DA AMAZÔNIA - CNAM participa do XII Congresso Brasileiro de Terapias Cognitivas e XI Congresso Latino-Americano de Terapias Cognitivas e Comportamentais

 

Os eventos ocorridos em Fortaleza-CE entre os dias 2 e 6 de Abril de 2019, contaram com a participação do CNAM, representado pela nossa estagiária, acadêmica de psicologia da UFAM, Tayná Almeida Câmara, com a apresentação do poster intitulado: "AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA NO SETOR DE NEUROLOGIA EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE MANAUS". Os congressos foram organizados pela Federação Brasileira de Terapias Cognitivas - FBTC e contaram com grande participação profissionais e estudantes das áreas de saúde mental por tratar-se do principal evento deste segmento no Brasil, oportunidade de trocas de conhecimentos e experiências.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As 5 tecnologias que estão nos deixando um tanto dementados

 

 

Tecnologia facilita a vida das pessoas, não há dúvidas disso. Mas será que todas as facilidades são 100% benéficas para nós? Há muitos estudos que dizem que os equipamentos e sistemas — criados para eliminar a necessidade de trabalho por parte de quem os está utilizando  — podem fazer com que o cérebro humano deixe de raciocinar com tanta eficiência como fazia em outros tempos.

E não estamos falando de funções extremamente complicadas, mas de alguns itens cotidianos que realmente podem interferir em nossas vidas. Você deve conhecer alguns exemplos bem comuns disso, não é mesmo? Pois confira agora uma lista com os cinco maiores casos de tecnologias que nos desestimulam a pensar e veja se as suas apostas foram concretizadas. A escolha foi feita com base em um artigo publicado pelo Discovery News.

 

1- GPS

Se você precisa chegar em algum lugar, qual é a solução mais viável? Alguns podem pegar mapas, outros calculam as rotas automaticamente pelo Google Maps e um terceiro tipo de pessoa prefere utilizar os aparelhos de navegação por GPS. Qual dos perfis descritos tem menos trabalho para chegar até onde desejam? Acertou quem escolheu os donos de GPS.

Sem precisar de cálculos prévios, tudo o que o motorista precisa fazer é dirigir seu carro e seguir as instruções do pequeno aparelho. Toda a “Memória de Navegação Espacial” fica adormecida nesse caso, fazendo com que um setor cerebral que trabalharia no momento seja completamente inutilizado por algum tempo.

Tudo isso é relacionado ao hipocampo, que ao ser atrofiado também pode influenciar na aparição do Mal de Alzheimer. Um estudo realizado no início dos anos 2000 ainda mostra mais um fator relacionado a isso. Analisando o cérebro de várias pessoas da Inglaterra, chegou-se à conclusão de que os taxistas londrinos tinham o hipocampo maior que o de outras pessoas.

2- Calculadora

Calcule: (4x + 12).(4 + 3x). É uma conta relativamente simples que exige poucos passos para ser resolvida, mas há muitas pessoas que preferem utilizar uma calculadora para chegar aos resultados. Em operações matemáticas mais complexas é aceitável a utilização de artifícios que tornem o processo mais simples, mas o problema é que isso tem se tornado um hábito ruim.

​É comum vermos pessoas utilizando as calculadoras para somas muito simples, somente pelo fato de que é mais cômodo. Quando se torna necessário fazer alguma conta de cabeça — ou mesmo com papel e caneta —, a dúvida chega bem antes da solução.

3- Smartphones

Tudo o que precisamos para nossas vidas está nos smartphones. Compromissos podem ser marcados e anotações criadas sem que precisemos escrevê-las — basta copiar e colar os dados desejados. Distrações, então, existem às dúzias. Tudo isso fica ao alcance dos dedos e não demanda qualquer esforço para ser acessado.

E toda a demanda que levamos aos eletrônicos é deixada de lado em nosso próprio cérebro. Por isso, estudos apontam que a utilização dos smartphones faz com que memória e velocidade de processamento das informações acabem sendo prejudicadas. Por isso, se você já está demorando muito para se lembrar de um ou outro item, é bom ficar atento.

4- Corretor automático

Você acha que utiliza muito do seu cérebro quando está escrevendo? E prefere escrever à mão ou digitar? Segundo um estudo publicado pela BBC, se a sua opção for a segunda, é melhor desligar o corretor automático de seu computador ou portátil. Há claras evidências de que os corretores fazem com que as pessoas escrevam com menos preocupação quanto à grafia, pois, se houver algum erro, ele será corrigido.

5- Multitasking (multitarefas)

O Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres publicou, em 2010, um estudo revelando que a constância em multitarefas pode ser mais prejudicial ao QI humano do que o consumo de algumas drogas, como a Cannabis sativa. O mesmo estudo ainda foi utilizado para revelar que as pessoas com muitas tarefas simultâneas podem acabar com desempenho inferior ao de pessoas com privação do sono.

 

Fonte: Tecmundo.

 

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O Papel da Psicoterapia no Tratamento da Doença de Alzheimer

 

A doença de Alzheimer é caracterizada por um progressivo déficit nas funções cognitivas, principalmente na memória, levando o paciente não se recordar de fatos importantes do seu dia-a-dia.  Dentre outros sintomas, há uma dificuldade na aquisição de novas habilidades e prejuízo em funções como cálculo, raciocínio abstrato e habilidades visuo-espaciais, além de algumas alterações comportamentais, como agressividade, depressão e ansiedade (Vega, et. al, 2007)

 

Assim, é notável que as alterações marcadas por esses sintomas modifiquem profundamente a vida tanto dos pacientes quanto de seus familiares. Posto sob uma nova perspectiva, o paciente precisa fazer uma série de adaptações em um processo que pode fazer emergir muitas dúvidas, conflitos, surpresas e rompimentos.  Em estágios iniciais, é possível que o paciente estabeleça alguns rearranjos para melhorar sua qualidade de vida, como engajar-se em outros comportamentos de autocuidado, usar mais frequentemente uma agenda ou até utilizar mural de anotações.

 

À medida que a doença progride, aumentam as dificuldades para a realização de tarefas diárias, o paciente começa a depender cada vez mais dos cuidadores, levando a grandes mudanças também no centro da família. As limitações não afetam apenas quem sofre com a doença, mas também os familiares, que necessitam reorganizar a vida e os afazeres para dedicar-se completamente ao familiar que necessita de sua inteira dedicação.

 

É de extrema importância também que familiares e cuidadores possam de alguma forma frequentar terapia, grupos de ajuda e/ou palestras informativas, pois a informação sobre a doença e o suporte psicológico são grandes aliados para ajuda-los no controle de suas emoções no dia-a-dia no trato com os assistidos. E essa tem se tronado grande preocupação da Psicologia: o adoecimento dos cuidadores. Para grande parte falta informação sobre a doença, para outra, falta ajuda de outros familiares e tempo para lazer.

 

Devido a tantas mudanças e dificuldades que se apresentam, o acompanhamento psicoterápico se faz necessário para aliviar o sofrimento do paciente e familiares no transcorrer da doença. A psicologia comportamental se propõe a estudar as relações entre o sujeito e o ambiente que o cerca. A análise funcional, um dos seus principais instrumentos, permite o estudo dos possíveis determinantes e mantenedores do comportamento.  Assim, promovem-se mudanças no ambiente para a melhor adaptação e diminuição do estresse em pequenas situações do dia-a-dia, contribuindo para a melhora de muitos sintomas comportamentais da doença de Alzheimer, como a ansiedade e a agressividade, (Pontes; Hubner, 2008).

 

Somente através do trabalho conjunto entre paciente, terapeuta e familiares é possível construir novas relações e enfrentar cada estágio da doença.  A psicoterapia tem se mostrado forte aliada no tratamento da doença de Alzheimer, promovendo cada vez mais uma melhora na qualidade de vida de todas as pessoas afetadas no processo.

 

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Texto da Psicóloga Cynara Nogueira

 

Dia Mundial da Doença de Alzheimer

Instituído pela ADI (Alzheimer's Disease International), entidade internacional que congrega mais de 75 Associações no mundo, o dia 21 de setembro é considerado o Dia Mundial da Doença de Alzheimer, uma oportunidade de sensibilização da população em geral, entidades públicas e privadas de saúde, bem como os profissionais da área, para essa doença que acomete mais de 1,2 milhão de brasileiros, menos da metade deles com diagnostico definido.

 

Não existe um exame específico para fazer o diagnóstico da Doença de Alzheimer ou para a maioria das outras formas de Demência, os métodos mais utilizados associam os resultados de vários exames e avaliações para determinar se os sintomas se encaixam em certos critérios ou identificar causas distintas possíveis para o quadro verificado.

 

A Demência, termo genérico que descreve uma perda progressiva de funções e capacidades cognitivas que interferem com a habilidade de uma pessoa em ser independente, tem como uma de suas principais causas o Alzheimer, porém, há mais de uma centena de fatores contribuintes para um quadro de Demência demandando acompanhamento especializado para averiguação, diagnóstico, tratamento e acompanhamento.

 

Pessoas acima de 60 anos de idade estão mais suscetíveis à Demência, porém ela pode afetar pessoas mais jovens também. Nos estágios mais tardios, as pessoas chegam a ficar impossibilitadas de realizar tarefas cotidianas e necessitam de cada vez mais apoio até para as tarefas mais simples.

 

Estudos estatísticos recentes relativos às Demências, e, principalmente, à Doença de Alzheimer, estão surgindo nos últimos anos e através deles pode-se estimar a atual situação, e projetar um futuro, não tão distante, quando os transtornos crescerão substancialmente, bem como os efeitos na população em geral. Há quase 900 milhões de pessoas com mais de 60 anos vivendo no mundo inteiro. O aumento da esperança de vida contribui para o rápido aumento desse número e está associado a um aumento da prevalência de doenças crônicas como as demências.

 

No Brasil, a porcentagem de idosos deve alcançar os 30% até a metade do século (hoje já temos 12%). Ou seja, logo seremos considerados uma nação envelhecida (conforme a OMS, essa classificação é dada aos países com mais de 14% da população constituída de idosos). E o aumento sistemático da expectativa de vida no país leva a uma reflexão nesta data de como estamos tratando a Doença de Alzheimer, não somente no plano da saúde física, mas também nas iniciativas de educação e cultura e no comportamento de cidadania.

 

Comente com o Médico Assistente de seu paciente sobre a AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA.

 

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Responsável Técnica: Psicóloga Claudia Alencar

 

 

Quem deve se submeter a uma Avaliação Neuropsicológica?

A avaliação neuropsicológica aplica-se a crianças, adultos e idosos, tendo como objetivo a verificação das principais funções cognitivas : inteligência, atenção, memória, percepção, linguagem, raciocínio, aprendizagem, velocidade de processamento, flexibilidade mental, habilidades visuo-construtiva, habilidades visuo-espacial, funções motoras e executivas.

Nas crianças, identifica-se, com certa frequência, alterações comportamentais e dificuldades na aprendizagem escolar, devido a vários fatores, como problemas de atenção, concentração, compreensão, memória, incapacidade para ler, para fazer cálculos etc. Assim, a avaliação neuropsicológica torna-se uma eficaz ferramenta para mensuração de déficits e planejamento de intervenções para melhoria de resultados.

Também são comuns, em todas as idades, traumas, epilepsia, depressão, demência, doença de Parkinson, esquizofrenia, alterações de conduta, transtornos do desenvolvimento, déficit cognitivo pós lesões cerebrais decorrentes de traumatismos, déficit cognitivo pós Acidente Vascular Cerebral (AVC), déficit cognitivo pós tumores, déficit cognitivo pós meningo-encefalites, déficit associado ao alcoolismo e/ou às drogas, entre outras doenças neurodegenerativas. Em todas essas situações, a avaliação neuropsicológica é indicada.

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Responsável Técnica: Psicóloga Claudia Alencar

 

 

 

Quantas vezes vimos pacientes acometidos de AVC estagnarem no progresso de recuperação?

 

A gravidade das sequelas de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) esta diretamente relacionada a região afetada pela doença.

 

As primeiras conquistas são comumente denominadas de "recuperação espontânea", todavia, em determinado momento biologicamente não há mais avanço de melhora e, persistindo os efeitos das sequelas, aumentam o incomodo e impactos no dia a dia de pacientes, cuidadores e familiares.

 

Esse cenário é amplamente favorável para a decisão de fazer uma AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA no paciente visando atestar o nível de comprometimento e de preservação das diversas funções cognitivas, o que poderá potencializar os resultados do tratamento neurológico.

 

Nesta avaliação podemos observar, além da memória, a inteligência, funções executivas, percepção, viso-construção, linguagem, etc.

 

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Responsável Técnica: Psicóloga Claudia Alencar

 

Avaliação Neuropsicológica

 

Atividade desenvolvida por Psicólogo devidamente registrado, cujo maior benefício é a possibilidade de otimizar o tratamento neurológico, por intermédio de procedimentos capazes de identificar, com grande exatidão, as áreas cognitivas com maior dano, assim como as ainda preservadas, traduzindo-se em importante ferramenta para o aumento do bem estar dos pacientes.

 

Mais do que a aplicação de testes, a Avaliação Neuropsicológica engloba o conhecimento pelo profissional de psicologia de todos os aspectos relevantes da vida do paciente, origens dos sintomas, observação presencial do comportamento, relatos da família e outras quaisquer informações capazes de fundamentar adequadas estratégias ao processo avaliatório.

 

Os testes são eficazes instrumentos para entender um quadro clínico em momento específico do paciente, como uma fotografia do funcionamento cerebral. Mas a importância da Avaliação Neuropsicológica é justamente auxiliar na elaboração de um plano de intervenção, a chamada Reabilitação Neuropsicológica, com ações para minimizar, compensar ou até eliminar os déficits e prejuízos identificados no cotidiano do paciente em situações da vida real.

 

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Responsável Técnica: Psicóloga Claudia Alencar

 

Avaliação Neuropsicológica

 

Atividade desenvolvida por Psicólogo devidamente registrado, cujo maior benefício é a possibilidade de otimizar o tratamento neurológico, por intermédio de procedimentos capazes de identificar, com grande exatidão, as áreas cognitivas com maior dano, assim como as ainda preservadas, traduzindo-se em importante ferramenta para o aumento do bem estar dos pacientes.

 

Mais do que a aplicação de testes, a Avaliação Neuropsicológica engloba o conhecimento pelo profissional de psicologia de todos os aspectos relevantes da vida do paciente, origens dos sintomas, observação presencial do comportamento, relatos da família e outras quaisquer informações capazes de fundamentar adequadas estratégias ao processo avaliatório.

 

Os testes são eficazes instrumentos para entender um quadro clínico em momento específico do paciente, como uma fotografia do funcionamento cerebral. Mas a importância da Avaliação Neuropsicológica é justamente auxiliar na elaboração de um plano de intervenção, a chamada Reabilitação Neuropsicológica, com ações para minimizar, compensar ou até eliminar os déficits e prejuízos identificados no cotidiano do paciente em situações da vida real.

 

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Estagiária Tayná Almeida apresentando trabalho do CNAM